sexta-feira, junho 29, 2007

Férias: o tempo da liberdade

Tomei a liberdade de traduzir o texto de Giussani que o ZMD propôs para as férias, para que seja mais útil para todos.
Catas


Não é uma questão de dever fazer, mas de dever ser. As férias são o tempo da liberdade: não como libertação do estudo, mas porque obriga ao cansaço e à responsabilidade da liberdade e da sinceridade. É o tempo em que vem à tona o que tu queres verdadeiramente.

Está presente em mim qualquer coisa real, como o mar e as montanhas. Eu sou sempre eu.

O tempo das férias é um tempo de personalidade. Salvar a permanência de um critério (momento de fidelidade e de continuidade).
Depois de algum tempo a novidade também acaba e começa o aborrecimento. A novidade é a verdadeira procura do nosso destino. Tomar atenção aos outros.
Adaptar-se a um ambiente não quer dizer comprometer-se com ele:
Males:

- considerar o repouso como um esquecimento do que aconteceu antes:
- ausência de um programa
- aceitar ceder numa parte para me tornar mais simpático para os que me circundam
- medo de estar sozinhos, que esconde muitas vezes o medo da responsabilidade do tempo

Fixar pontos no dia (saber ao que é de se vai) de coisas sérias, de oração.

Saber retomar sempre. Escrever. Raggio* de Verão. Dispor-se a viver com bondade.

Discrição com o ambiente.

Evitar certas experiências.

Apontamentos de um Raggio*, 9 de Junho 1962

* nt: raggio mantém-se no original italiano, querendo dizer raio, indica os encontros que D. Giussani fazia com os seus estudantes sobre vários temas

2 comentários:

DiSo disse...

grande atitude =)

Té la mà Maria disse...

tenia un rato y el rato se me fue en este blog, gracias