segunda-feira, abril 23, 2007

Começamos este blog com um único objectivo: falar aos nosso amigos das coisas que nos interessam. Isso inclui músicas, livros, filmes, noticias sobre a Igreja, curiosidades sobre o Papa. Tentamos ser, como dizia don Giussani, como "crianças inteligentes, com os olhos escancarados". Por isso muitas vezes limitamo-nos a fazer copy paste de noticias que nos impressionaram, ou a postar músicas de que gostamos ou simplesmente a colocar uma fotografia que de alguma modo nos supreende ou comove.
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Não temos a pretensão de sermos um blog de referência neste mundo pretensioso que é a blogesfera. Nem sequer temos a pretensão de dizermos coisas novas ou extraordinárias que hão de revulocionar a intelectualidade católica que frequenta a net. Limitamo-nos a falar do que gostamos, não fazemos serviço público.
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Claro que isto não nos desobriga de fazermos bem as coisas. Por isso tentamos ter cuidado com a forma como fazemos as coisas e agradecemos todas as criticas que nos ajudam realemente a crescermos no nosso juízo e no nosso testemunho.
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Esta nossa maneira de escrevermos pode resultar num blog considerado "modernista", ou "beato" ou simplesmente "chato". Mas estas são classificações que não nos interessam. A nós só nos interessa testemunhar aquilo que vivemos.

11 comentários:

Anónimo disse...

caros Amigos:

respondo para aqui para nao alimentar a polemica no post sobre o gosto do Papa pelo Futebol.
Estou triste.
Nunca me passou pela cabeça que a minha critica promovesse este tipo atitudes. Fi-lo como leitor assiduo deste espaço.
Melhorar a qualidade deste espaço é facilitar o meu esclarecimento. Fi-lo de forma seria e sincera. A razão que os outros senhores poderiam ter esgotou-se em excesso de agressividade.
Obrigado pelas simpáticas palavras, que me dirigiram e pela forma atenta como receberam a critica.

com Amizade.

Rodrigo de Sousa e Castro

ZMD disse...

Caro Rodrigo,

acredite que agradecemos sinceramente o seu comentário. Ajudou-nos mesmo a olhar com maior cuidado para o blog e espero que dê frutos visíveis.

BGC disse...

Rodrigo,

Mais uma vez obrigado pela forma como verdadeiramente olhou para o blog e para nós.

Obrigado pelo seu testemunho e amizade("amigo é aquele que te diz: olha!" Giuss)

um abraço amigo,
Bernardo

Anónimo disse...

Caros Senhores,

Sem prejuízo de o blogue conter posts de qualidade, direi que toda a elaboração intelectual deste blogue é de um pretensiosismo atroz.

As estatuições «comecemos a ajuizar, este é o princípio da libertação» ou as grandes conclusões do género «a nós só nos interessa testemunhar aquilo que vivemos» ou «a única coisa que nós precisámos de fazer é ser fieis aquilo que nos acontece» revelam da parte de quem as escreve a pretensão de ter a última palavra sobre a natureza do homem e da relação deste com Deus.

Depois, confrontados com interpelações mais profundas ou críticas mais severas, a arrogância intelectual degenera em «copy paste» mental, isto é, em despejo de conceitos próprios da linguagem de Comunhão e Libertação. Expressões como «presença», «desejo do coração», «adesão do eu», para quem está de fora não querem dizer nada.

Sou amigo e parente de Luís Rebello Valente. Tivemos a mesma educação, crescemos no mesmo meio e aprendemos a servir a Igreja com fidelidade. Mas fidelidade não significa anormalidade mental. Não significa negação do sujeito conhecedor, do sujeito racional. Significa antes adesão (aqui sim, o termo aplica-se) racional.
Quem despeja conceitos para depois, quando confrontado com interpelações acerca do significado dos mesmos, os não saber explicar e densificar cai no ridículo e perde-se argumentativamente.

Ora, a linguagem não é um mero adereço intelectual. Lendo «O Mestre», de Santo Agostinho, rapidamente compreendemos que as palavras não são brinquedos que usamos consoante o sentido que nos convém.

Para quem postula que o princípio da libertação é ajuizar, desconhecer no concreto o que as palavras que diz significam é uma negação do próprio postulado que assume como critério de vida fundamental.

Sem mais, subscrevo-me
Rodrigo de Lancastre e Souza Villa-Lobos de Vasconcelos e Noronha

ZMD disse...

Rodrigo: n tenho pretenção nenhuma a n ser a de ter encontrado a Verdade. Ou melhor, nem essa tenho, pois n fui que encontrei Cristo, foi ele que veio ao meu encontro.

Por isso uma "elaboração intelectual" para este blogue, nem "ter a ultima palavra sobre a natureza do homem".

Se n consegue perceber o que quer dizer "pertença", "desejo do coração" ou "adesão do eu" então dificilmente perceberá este Papa, porque são expressão que Bento XVI já utilizou.

Tambem n estamos aqui para argumentar, especialmente com que quer simplesmente manter discussões teoricas como o Rodrigo ou o Luis.

Temos a caixa de comentário aberta para recebermo criticas que nos ajudem a melhorar o blog, n para manter discussões teoricas com um último intelectual católico que nos visita.

ZMD disse...

Onde se le «Por isso uma "elaboração intelectual" para este blogue, nem "ter a ultima palavra sobre a natureza do homem"» leia-se «por isso não temos uma»

Teresinha Sanches de Baêna disse...

Zé, Bernardo e Marcos.
Queria agradecer-vos por fazerem este blog.
Sem qualquer pretensão de serem uma referencia para todas as pessoas, tornaram-se uma referencia para pessoas que como eu procuram, crescer na fé e não só.
Sei que como eu há muita gente que ou por falta de tempo ou de paciencia nao pode ir a sites como o da ecclesia, por isso agradeço que o citem quando é preciso.
"quando tem que se dançar, dança-se, quando tem que se citar, cita-se!"
Obrigada por todos os dias nos chamarem á realidade!

Luís Rebello Valente disse...

Caro Zé Maria,

O que entende por discussões teóricas?
Conhecer a Fé Católica e o que o Papa ensina «ex-cathedra» é para si uma questão téorica?

Luís Rebello Valente

ZMD disse...

Mto obrigado Teresinha.

Luis, ja lhe disse e repito: n discuto mais consigo. N o deixo capitalizar este blog. Se quer discutir comigo crie um blog e depois eu ir la falar consigo. Aviso que mais comentários seus dentro deste genero serao simplesmente apagados.

Luís Rebello Valente disse...
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Luís Rebello Valente disse...
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