segunda-feira, junho 30, 2008


Confesso que nunca fui à Irlanda. Nem nunca sequer conheci um irlandês (quando muito, descendentes de irlandeses) mas é me dificil não amar a Irlanda.

É dificil não amar aquele que é um dos último países cristãos da Europa. É dificil não amar um povo que resistiu e lutou durante 800 anos pela sua liberdade. É sobretudo dificil não nos comover-mos diante de um povo que canta como cantam os irlandeses.

É facil imaginar a verdejante Irlanda ao ouvir o canto dos irlandeses, que fala sobretudo da sua terra e da sua luta pela liberdade.

Deixo aqui mais um canto irlandês.

Only our rivers run free

When apples still grow in November,
when blossoms still grow from each tree,
when leaves are still green in December,
it’s then that our land will be free.
I wander the hills and the valleys,
and still through my sorrow I see
a land that has never know freedom,
and only her rivers run free.

I drink to the death of her manhood,
those men who’d rather have died
than to live in the cold chains of bondage
to bring back their rights were denied.
Oh where are you now that we need you?
What burns where the flame used to be?
Are you gone like the snow of last winter?
And will only our rivers run free?

How sweet is life, but we’re crying.
How mellow the wine, but we’re dry.
How fragrant the rose, but it’s dying.
How gentle the wind, but it sighs.
What good is in youth when it’s ageing?
What joy is in eyes that can’t see?
When there’s sorrow in sunshine and flowers,
and still only our rivers run free.

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