
Tudo porque, segundo Jospeph Blater, presidente da FIFA, a oração que a selecção do Brasil fez em campo depois de ganhar a Taça das Confederações demorou demasiado tempo.
Confesso que ainda estou a tentar perceber como é que a FIFA se arroga o poder de limitar a liberdade religiosa e a liberdade de expressão de cada um. Sei que nos últimos anos, em favor do politicamente correcto, as federações nacionais e internacionais de futebol tem criado cada vez mais regulamentos para tornar o desporto rei num desporto "modelo". Contudo isto parece-me o cúmulo.
P.S.: Na noticia salva-se o Special One, que respondeu, quando o acusaram de superstição por beijar a cruz, "Não sou supersticioso, mas católico".



