quinta-feira, agosto 16, 2007
Piel Canela
Que se quede el infinito sin estrellas
o que pierda el ancho mar su inmensidad
pero el negro de tus ojos que no muera
y el canela de tu piel se quede igual.
Si perdiera el arcoiris su belleza
y la flores su perfume y su color,
no sería tan inmensa mi tristeza,
como aquella de quedarme sin tu amor.
Me importas tú, y tú y tú
y nadie más que tú...
me importas tú, y tú y tú
y solamente tú.
Ojos negros piel canela,
que me llegan a desesperar,
me importas tú, y tú y tú
y solamente tú.
Bacio a mezzanotte
Non ti fidar
di un bacio a mezzanotte
se c'è la luna non ti fidar
perché perché
la luna a mezzanotte
riesce sempre a farti innamorar
non ti fidar di stelle galeotte
che invitano a volersi amar
mezzanotte per amar
mezzanotte per sognar
fantasticar
Ma come farò senza più amar
ma come farò senza baciar
ma come farò a non farmi tentar
luna luna tu
non mi guardar
luna luna tu
non curiosar
luna luna tu
non far la sentinella
ogni stella in ciel
parla al mio cuor
ogni stella in ciel
parla d'amor
ogni stella in ciel sarà
la mia stella
mezzanotte per amar
mezzanotte per sognar
fantasticar
Non ti fidar
di un bacio a mezzanotte
se c'è la luna non ti fidar
perché perché
la luna a mezzanotte
riesce sempre a farti innamorar
non ti fidar di stelle galeotte
che invitano a volersi amar
mezzanotte per amar
mezzanotte per sognar
fantasticar
Dedicado ao CLU em geral...
terça-feira, agosto 14, 2007
Aljubarrota.
Amnistia?
domingo, julho 22, 2007
Shape of my heart - Sting
He deals the cards as a meditation
And those he plays never suspect
He doesnt play for the money he wins
He doesnt play for the respect
He deals the cards to find the answer
The sacred geometry of chance
The hidden law of probable outcome
The numbers lead a dance
I know that the spades are the swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But thats not the shape of my heart
He may play the jack of diamonds
He may lay the queen of spades
He may conceal a king in his hand
While the memory of it fades
I know that the spades are the swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But thats not the shape of my heart
Thats not the shape, the shape of my heart
And if I told you that I loved you
Youd maybe think theres something wrong
Im not a man of too many faces
The mask I wear is one
Those who speak know nothing
And find out to their cost
Like those who curse their luck in too many places
And those who smile are lost
I know that the spades are the swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But thats not the shape of my heart
Thats not the shape of my heart
(da banda sonora de Leon o Assasino)
sábado, julho 14, 2007
Segurança!
Todas estas explicações partem do príncipio que o homem é feito pela sua circunstância, como se o homem não tivesse liberdade para decidir entre o bem e o mal. Contudo a realidade nega este pressuposto, de que o homem é feito pela circunstância. Desde sempre que há homens pobres e perseguidos que se tornaram grandes homens e homens que tiveram tudo e se desgraçaram.
O problema da segurança é, antes de mais, um problema de eduação. Nós hoje somos educados na crença que não há bem nem mal, só há culturas e opiniões diferentes. O mundo moderno afirma que não há uma Verdade, por isso não há coisas erradas.
Uma sociedade que é educada assim, é uma sociedade que simplesmente não é educada. Uma sociedade que diz que tudo é verdade é uma sociedade que afirma que nada é verdade.
Só uma sociedade que afirma a Verdade pode realmente educar. O problema não é a sociedade, mas sim a deseducação da mesma!
Houvesse mais Zé's!?
Por uma lado o "Zé" fez toda uma campanha a explicar como era um puro e incorrupetivel. Por todo o lado vimos cartazes que explicavam como haveria menos negociatas e mais ambientes se houvessem mais "Zé's".
Para culmina, o "Zé" apareceu na TV a fazer a enumeração das obras que estavam paradas há anos: o miradouro de São Pedro de Alcântara, o miradouro de Santa Lucia, o elevador da Bica. Todas obras iniciadas este ano. Contudo, o que saiu nos jornais, é que todas estas obras duram há anos!
Por outro lado José Pinto Coelho fez uma campanha toda sobre os imigrante e os maricas. Por muito que eu goste de ver quem combata o lobby gay, as mentiras que José Pinto Coelho disse sobre os imigrantes foram escandolosas e popularuchas: eles roubam os trabalhos, eles roubam, eles tem muitos mais subsidios do que nós!
Enfim, houvesse mais "Zé's" e esta cidade acabava!
sexta-feira, julho 13, 2007
Roma e o Dom do Espírito
La Vacanza e il Destino

quarta-feira, julho 11, 2007
Ainda sobre a Europa...
quarta-feira, julho 04, 2007
Não à Ditadura do Relativismo, Sim à Europa!

A CEE nasceu, após a II Guerra Mundial, com um propósito claro: Estabelecer uma "aliança" política estável entre os Estados europeus (principalmente entre Alemanha e França) de forma a recuperar dos traumas causados pelas duas guerras travadas no século XX e evitar futuros conflitos no Continente.
De Gasperi, Schumann e Adenauer foram os pais desta criança (a 6) que teve uma infância feliz. Numa primeira fase alarguou-se a Norte, Sul e Oeste. A pequena Europa (a 12) tinha um futuro risonho pela frente. A Comunidade passar-se-ia a chamar União (UE). A queda do muro de Berlim (1989), tornou possível o alargamento a Leste. O Santo Padre, o Papa João Paulo II, avisara-a da necessidade, para um crescimento saudável, de respirar com os dois pulmões (o ocidental e o oriental). Assim aconteceu e a nossa amiga Europa atingiu a maioridade a 27.
O que terá feito com que esta criança, com um futuro tão prometedor, esteja tão doente, agora, que se tornou adulta?
Os sintomas da sua doença são evidentes: os europeus sentem um afastamento crescente do projecto europeu. A elevada taxa de abstenção nas eleições ao parlamento europeu e o chumbo da "Contituição" do Sr. Giscard Destain na Holanda e em França confirmam-no.
A Europa é vista, pela generalidade das pessoas, como uma Tia velha que mora em Bruxelas e que manda um cheque, duas vezes por ano, no dia de anos e no Natal. Convém não a desagradar em demasia mas também não faríamos, em caso algum, uma viagem tão longa específicamente para a visitar.
Acontece que os sintomas não explicam por completo a doença. Estes limitam-se a descrevê-la. Perguntar pela sua causa e pela terapia adequada continua a ser pertinente.
Quanto à causa dir-se-á que, após uma simples análise ao sangue, se pode concluir que a nossa querida Europa foi infectada por um virus antigo, que já antes a atingira, mas que não criara nela as necessárias imunidades: O virus do totalitarismo. Este pode manifestar-se de diferentes formas.
Desta vez manifestou-se como ditadura do relativismo. Ninguém pode afirmar com segurança o que é bom e o que é mau. Esta forma subtil de ditadura torna impossível a afirmação clara de princípios e valores estruturantes.
Assim, a cultura da vida foi sendo substituida pela promoção (para usar um eufemismo) do aborto e da eutanásia. A defesa da família estável baseada no amor entre o Homem e a Mulher pela promoção de todos os tipos "(in)imagináveis" de família como igualmente desejáveis. O princípio da liberdade religiosa pelo laicismo deturpado. O princípio da subsidariedade por uma ingerência desadequada na autonomia das pessoas, das pessoas colectivas e dos estados.
A Europa perde, desta forma, uma das suas principais riquezas: a unidade na diversidade.
A nossa Tia Europa, não bastava estar velha e chata, como está metediça e autoritária. Esse é o seu principal problema. Ser velha e chata ainda se compreendia. Mas autoritária?
Acontece que este virus, que tantos danos causou internamente, começa a tornar-se perigosamente contagioso. Sinal alarmante desse contágio são as recentes pressões oficiais da União ao Estado do Nicarágua. Imagine-se! A União tem pressionado o Estado do Nicarágua para que recue num projecto de lei, em debate naquele país, por considerá-lo pró vida. Esta situação descreve bem o estado da doença. Ao mesmo tempo, silencia-se o grave problema da perseguição religiosa na China.
Mas haverá alguma terapia que elimine o virus e cure a Europa?
Parece que a terapia adequada apenas pode ser uma. O regresso às origens do projecto europeu. É necessária a afirmação clara dos valores e princípios fundadores da união. Os princípios de De Gasperi, Schumann e Adenauer. Só isso permitirá que a Europa cresça saudável e impedirá que continue a ser vista como a velha Tia autoritária.
Bernardo Gomes de Castro
Que sera, sera
When I was just a little girl
I asked my mother, what will I be
Will I be pretty, will I be rich
Here's what she said to me.
Que Sera, Sera,
Whatever will be, will be
The future's not ours, to see
Que Sera, Sera
What will be, will be.
When I was young, I fell in love
I asked my sweetheart what lies ahead
Will we have rainbows, day after day
Here's what my sweetheart said.
Que Sera, Sera,
Whatever will be, will be
The future's not ours, to see
Que Sera, Sera
What will be, will be.
Now I have children of my own
They ask their mother, what will I be
Will I be handsome, will I be rich
I tell them tenderly.
Que Sera, Sera,
Whatever will be, will be
The future's not ours, to see
Que Sera, Sera
What will be, will be.
Doris Gray
Um disparate é sempre um disparate. Que dele nasça algo de grande é Graça de Nosso Senhor.
P.S.: Post com dedicatória
terça-feira, julho 03, 2007
"Nós amamos mais a morte que vocês a vida"
Agora que o terrorismo na Europa voltou as primeiras páginas dos jornais não podemos deixar de nos perguntar, nós o que temos para opor aos terroristas? Eles acreditam lutar por algo pelo qual vale a pena dar a sua vida e a dos outros. E a Europa o que propõe? Porque razão vale a pena opor-nos ao terrorismo?
A Europa hoje não tem nada a propor. Cada vez mais se fala numa unida europeia, mas o que nos une? Um relativismo cultural, onde não se defende nem se acredita em nada, é isto que a Europa oferece. Uma cultura de morte onde o aborto, a homosexualidade e o divórcio são bandeiras. Uma cultura onde a fé, o casamento e a família são atacados constantemente.
A verdade é contra a cultura de morte do Islão a Europa só têm a propor uma outra cultura de morte. Mais lenta, mais gradual, mas igualmente mortífera.
segunda-feira, julho 02, 2007
Everybody Hurts - R.E.M.
When the day is long and the night, the night is yours alone,
When you're sure you've had enough of this life, well hang on
Don't let yourself go, 'cause everybody cries and everybody hurts sometimes
Sometimes everything is wrong. Now it's time to sing along
When your day is night alone, (hold on, hold on)
If you feel like letting go, (hold on)
When you think you've had too much of this life, well hang on
'Cause everybody hurts. Take comfort in your friends
Everybody hurts. Don't throw your hand. Oh, no. Don't throw your hand
If you feel like you're alone, no, no, no, you are not alone
If you're on your own in this life, the days and nights are long,
When you think you've had too much of this life to hang on
Well, everybody hurts sometimes,
Everybody cries. And everybody hurts sometimes
And everybody hurts sometimes. So, hold on, hold on
Hold on, hold on, hold on, hold on, hold on, hold on
Everybody hurts. You are not alone
sábado, junho 30, 2007
Pedro e Paulo

Hoje, tal como sempre suponho, o facto de celebrarmos estes dois santos no mesmo dia faz todo o sentido. Por um lado São Pedro representa os apóstolos, os díscipulos que tinham visto Jesus na Sua vida pública. Aqueles que eram institucionalmente a Igreja.
Por outro lado Paulo é um outsider. Tinha ajudado no martírio de Estevão e tinha seguido para Damasco para lá prender os cristãos. Mas a meio caminho encontrou Cristo e converteu-se. Então começou a pregar cheio de força, escapando dos esquemas que até então era os habituais na Igreja. Mas fê-lo sempre em unidade com os apóstolos.
Pedro e Paulo são representantes da realidade de sempre da Igreja: ao lado da hierárquia o Espírito Santo foi fazendo surgir na Igreja carismas que a reanimam. Mas a dimensão institucional e carismática da Igreja nao são realidades opostas, pois como referiu o Papa quando nos falou em Roma: "na Igreja, não há contraste ou contraposição entre a dimensão institucional e a dimensão carismática, das quais os Movimentos são uma expressão significativa, porque ambas são co-essenciais para a constituição divina do Povo de Deus. Na Igreja também as instituições essenciais são carismáticas e por outro lado os carismas devem de uma forma ou de outra institucionalizar-se para ter coerência e continuidade. Assim as duas dimensões, originadas pelo Espírito Santo para o mesmo Corpo de Cristo, concorrem juntas para tornar presente o mistério e a obra salvífica de Cristo no mundo."
sexta-feira, junho 29, 2007
Férias: o tempo da liberdade
Não é uma questão de dever fazer, mas de dever ser. As férias são o tempo da liberdade: não como libertação do estudo, mas porque obriga ao cansaço e à responsabilidade da liberdade e da sinceridade. É o tempo em que vem à tona o que tu queres verdadeiramente.
Está presente em mim qualquer coisa real, como o mar e as montanhas. Eu sou sempre eu.
O tempo das férias é um tempo de personalidade. Salvar a permanência de um critério (momento de fidelidade e de continuidade).
Depois de algum tempo a novidade também acaba e começa o aborrecimento. A novidade é a verdadeira procura do nosso destino. Tomar atenção aos outros.
Adaptar-se a um ambiente não quer dizer comprometer-se com ele:
Males:
- considerar o repouso como um esquecimento do que aconteceu antes:
- ausência de um programa
- aceitar ceder numa parte para me tornar mais simpático para os que me circundam
- medo de estar sozinhos, que esconde muitas vezes o medo da responsabilidade do tempo
Fixar pontos no dia (saber ao que é de se vai) de coisas sérias, de oração.
Saber retomar sempre. Escrever. Raggio* de Verão. Dispor-se a viver com bondade.
Discrição com o ambiente.
Evitar certas experiências.
Apontamentos de um Raggio*, 9 de Junho 1962
* nt: raggio mantém-se no original italiano, querendo dizer raio, indica os encontros que D. Giussani fazia com os seus estudantes sobre vários temas
quinta-feira, junho 28, 2007
Ave Maria - Schubert
Ave Maria, gratia plena,
Dominus tecum,
benedicta tu in mulieribus
et benedictus fructus ventris tui, Jesus.
Sancta Maria, mater Dei,
ora pro nobis peccatoribus
nunc et in hora mortis nostrae. Amen.
Avé Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Ámen.
Ave Verum - Mozart
Ave Vérum Córpus nátum de Mária Vírgine.
Vere pássum, immolátum in crúce pro hómine;
cújus látus perforátum flúxit áqua et sánguine.
Esto nóbis praegustátum mórtis in exámine.
O Jésu dúlcis! O Jésu píe! O Jésu fíli Maríae!
Avé, verdadeiro corpo, da Virgem Maria nascido, que pelo homem padeceu e foi imolado na cruz. De seu lado trespassado manou água e sangue. Oxalá nós o bebamos na hora da nossa morte. Ó doce Jesus! Ó piedoso Jesus! Ó Jesus, Filho de Maria!
Foi Deus - Amália Rodrigues
Não sei, não sabe ninguém
Por que canto o Fado
Neste tom magoado
De dor e de pranto
E neste tormento
Todo o sofrimento
Eu sinto que a alma
Cá dentro se acalma
Nos versos que canto
Foi Deus
Que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas
Deu oiro ao sol
E prata ao luar
Foi Deus que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar
E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu o luto às andorinhas
Ai, e deu-me esta voz a mim
Se canto
Não sei o que canto
Misto de ventura
Saudade ternura
E talvez amor
Mas sei que cantando
Sinto o mesmo quando
Se tem um desgosto
E o pranto no rosto
Nos deixa melhor
Foi Deus
Que deu voz ao vento
Luz ao firmamento
E deu o azul às ondas do mar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar
Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à primavera
Ai, e deu-me esta voz a mim.
Alberto Janes
quarta-feira, junho 27, 2007
Il tempo della libertà

Non è un dover fare, ma un dover essere. La vacanza è il tempo della libertà, non come liberazione dallo studio, ma perché obbliga alla fatica e alla responsabilità della libertà e della sincerità. È il tempo in cui viene a galla quello che vuoi veramente.
C'è in me la presenza di qualche cosa di reale come il mare e le montagne. Io sono sempre io.
Il tempo della vacanza è quello della personalità. Salvare la permanenza di un criterio (momento di fedeltà e di continuità).
Dopo un po' di tempo anche la novità cessa e provoca la noia. La novità è la vera ricerca del nostro destino. Fare attenzione agli altri.
Adattarsi a un ambiente non vuol dire compromettersi con esso.
Mali:
- considerare il riposo come un dimenticare quello che è accaduto prima
- assenza di un programma
- accettare di recitare una parte che mi renda più simpatico a quelli che mi circondano
- paura di rimanere soli, che nasconde spesso la paura della responsabilità del tempo
Fissare dei punti nella giornata (sapere ciò a cui si va incontro) di cose serie, di preghiera.
Saper riprendere sempre. Scrivere. Raggio estivo. Disporsi a vivere con bontà.
Discrezione con l'ambiente.
Evitare certe esperienze.
Appunti da un Raggio, 9 giugno 1962